
A brasileira Mariana Oushiro surge como uma grande aposta da nova geração de artistas plásticos internacionais.
Artista plástica em ascensão no mercado de arte internacional, a brasileira Mariana Oushiro – nascida em São Gotardo (MG) e radicada em Nova York – é representada por uma das galerias de arte mais importantes da Big Apple, a Vito Schnabel Gallery, em Chelsea. A artista foi vencedora do ‘Annual Grant Award” na The League (uma organização renomada e multifacetada em artes visuais dos Estados Unidos) e seu trabalho já foi apresentado em diversas exposições individuais e coletivas.
Sua exposição individual mais recente, chamada ‘Coming Home’ foi exibida em São Paulo no MAB FAAP entre maio e junho desse ano. Em 2022 apresentou a individual ‘Supernova’ na Vito Schnabel Gallery. Na capital paulista, a artista mostrou trabalhos abstratos em escalas e cores em telas de grandes dimensões com 12 obras inéditas. De acordo com a curadora Patrícia Borges, responsável pela exibição no MAB, “a obra de Oushiro faz com que o espectador precise escavar uma camada de abstração para encontrar, na essência, a geometria”.
(A artista tem um processo de composição de suas obras muito peculiar, pinta em grande escala, em telas de algodão esticadas no chão). Ela se move ao redor do tecido e se envolve com a superfície do trabalho, ajoelhando-se dentro da composição ou esticando seu corpo sobre ela, criando curvas arrebatadoras, linhas paralelas nítidas e planos espaciais rítmicos em carvão, pastéis, pigmentos e óleo. Mariana costuma usar as mãos para se mover na composição, deixando cinzas de pó de carvão em manchas suaves e impressões borradas no fundo da imagem. As obras, gigantes, chegam a ter 5,5m por 4m, e refletem composições explosivas e selvagens. Abstratas, linhas torcidas e geometrias giratórias compõem os trabalhos produzidos. “Meu processo é com as mãos. As mãos são o pincel de cerdas firmes que tocam a tela sem interferência de um pincel que só vou usar, mais tarde talvez no processo, porque com a intuição das mãos, me conecto direto com o coração que está ligado a visão. Começo deitando a tela no chão, como um instinto. Depois, a lógica da pintura aparece e eu só a sigo. Tudo é um padrão e meu trabalho é encontrar o padrão de cada quadro, sem tentar interferir com meus desejos”, conta a artista.

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